Ontem foi sem dúvida um dia que não cairá no esquecimento de muita gente tão cedo. Foi o tão esperado enterro do caloiro.
Durante semanas andámos a contar os dias que faltavam para as minhas queridas coleguinhas serem enterradas e envergarem o seu traje com orgulho. Foi um dia tão especial que não vale a pena descrever. Uma imagem servirá sempre melhor que mil palavras e as imagens que eu tenho e todas temos gravadas na memória são impossíveis de não relembrar.
A todas vós, futuras doutoras, vos deixo algumas palavras:
Enverguem o vosso traje com orgulho. Lembrem-se que carregam com ele uma parte da vida académica e o orgulho de ser estudante do ensino superior. Lembrem-se que chegaram mais longe do que muita gente e que tiveram coragem de encarar este desafio. Mas lembrem-se que um traje não é só isso. Lembrem-se que serão reconhecidos como pessoas merecedoras de respeito e que toda a gente espera de vocês nada mais que isso. E lembrem-se que envergar um traje não é vestir uma roupa qualquer. Não é uma saia e um casaco comum. Lembrem-se também que associado ao traje está a praxe. Estarão sempre à mercê de serem praxadas. Mas sobretudo, de praxar. Praxem com respeito, como vos fizeram a vocês. Lembrem-se que a praxe é uma forma de integração e não de exclusão. Lembrem-se da união que sentimos logo no início, sabermos que fazíamos todas parte do mesmo barco. Praxem tão bem quanto foram praxadas e terão sem dúvida melhores caloiras do que vocês foram. E que a amizade que vos vai unir será muita.
Mas, por favor, afastem-se da praxe se não tiverem isto em mente. Deixem que quem gosta, trate desse assunto.
Às minhas queridas twifi, deixo ainda outras palavras: Tenho um imenso orgulho em vocês e foi com emoção que aceitei pisar as vossas capas. Sei que serão umas grandes doutoras e que de certeza nunca envergonharão ninguém por usarem um traje que podería não ser merecido. Vocês, mais do que quaisquer outras, merecem trajar com orgulho e emoção. Vivam e vibrem com o espírito académico. Terei o maior prazer em praxar ao vosso lado e de ser doutora convosco. Contem comigo, para o bem e para o mal.
Muitos mas mesmo muitos parabéns minhas queridas. Estou muito orgulhosa =')
Um grande beijinho às minhas pré-doutoras*
sábado, 1 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Sabem o que é Amizade?
Sabem o que é Amizade?
É dizeres às tuas amigas que elas têm menos de uma semana para te arranjarem um emblema que ninguém sabe onde se vende senão são praxadas...e elas conseguirem arranjar-to!
Obrigada minhas queridas, não sabem o que significou (:
É dizeres às tuas amigas que elas têm menos de uma semana para te arranjarem um emblema que ninguém sabe onde se vende senão são praxadas...e elas conseguirem arranjar-to!
Obrigada minhas queridas, não sabem o que significou (:
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Trajar
Não preciso de palmas depois de um discurso. Não preciso que me reconheçam como caloira de 2ª matricula. Não preciso que achem que sou a maior.
Aquilo que disse é só a verdade e é o que se sente quando se traja a sério. E quando digo a sério, refiro-me a pessoas que realmente sentem o peso do traje e o poder que ele nos dá...e principalmente o orgulho que se sente quando traçamos a nossa capa pela 1ª vez.
Tal como alguém disse...é uma saia que nos fica mal, uma capa pesada nos braços e super quente no verão (nem falemos nas actuações, quando temos os holofotes todos apontados para cima e temos a capa traçada!) e uns sapatos que nos dão dores durante uma semana. Mas é o nosso traje, o nosso símbolo e o nosso orgulho.
E ao contrário das minhas queridas colegas caloirinhas, que escrevem posts sem ninguém em mente, o meu tem algumas pessoas em mente. Manquem-se. Se não gostam da praxe, assinem o papel. Não tenho nada contra anti-praxes, tenho contra as pessoas falsas que são cinicas ao ponto de adorarem a praxe só quando tem mesmo de ser.
Se fosses minha caloira, tinhas era passado o almoço todo agarrada ao pano e não apenas aquele bocadinho.
Por favooooor...poupem-se ao cinismo, sim?
Aquilo que disse é só a verdade e é o que se sente quando se traja a sério. E quando digo a sério, refiro-me a pessoas que realmente sentem o peso do traje e o poder que ele nos dá...e principalmente o orgulho que se sente quando traçamos a nossa capa pela 1ª vez.
Tal como alguém disse...é uma saia que nos fica mal, uma capa pesada nos braços e super quente no verão (nem falemos nas actuações, quando temos os holofotes todos apontados para cima e temos a capa traçada!) e uns sapatos que nos dão dores durante uma semana. Mas é o nosso traje, o nosso símbolo e o nosso orgulho.
E ao contrário das minhas queridas colegas caloirinhas, que escrevem posts sem ninguém em mente, o meu tem algumas pessoas em mente. Manquem-se. Se não gostam da praxe, assinem o papel. Não tenho nada contra anti-praxes, tenho contra as pessoas falsas que são cinicas ao ponto de adorarem a praxe só quando tem mesmo de ser.
Se fosses minha caloira, tinhas era passado o almoço todo agarrada ao pano e não apenas aquele bocadinho.
Por favooooor...poupem-se ao cinismo, sim?
domingo, 18 de abril de 2010
Quénia
Sabem que as mulheres no Quénia são vistas como objecto, principalmente sexual?
E que as mulheres brancas são sempre olhadas como as ricas?
Sabem para onde eu vou no Verão?
Ah, espera...ao Quénia!
Os rapazes que vão comigo já disseram que nos iam vender a todas -.-
E que as mulheres brancas são sempre olhadas como as ricas?
Sabem para onde eu vou no Verão?
Ah, espera...ao Quénia!
Os rapazes que vão comigo já disseram que nos iam vender a todas -.-
terça-feira, 30 de março de 2010
ME-DO
JURO mas juro mesmo que hoje fui...
...olhada por um pato com ar ameaçador e que me seguiu!
É verídidco...hoje fugi de um pato!
...olhada por um pato com ar ameaçador e que me seguiu!
É verídidco...hoje fugi de um pato!
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